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Archive for janeiro \26\UTC 2011

Comparativo entre o Unity e o Gnome Shell

26/01/2011 2 comentários

Muito tem se falado ultimamente sobre a decisão da Canonical em adotar o Unity como interface padrão do Ubuntu a partir da versão 11.04 a ser lançado em abril do próximo ano. Especularam até que seria o Gnome seria abandonado, que a Canonical ia gerar uma crise, etc.

Sabemos no entanto, que o Ubuntu é voltado para o usuário final, visando facilitar a vida deste. Este é o foco. Isto posto, os que usam Ubuntu já devem ter lido esta ou aquela análise sobre as interfaces. Mas, vejamos agora elas, lado a lado para que o leitor/usuário possa ter uma compreensão melhor.

Temos aqui ambas áreas de trabalho: a esquerda a do Unity e à direita do Gnome Shell.

Em comum, ambas aboliram a para inferior do Gnome e, o Unity foi além: introduziu uma barra ou “dock” lateral onde aparecerá os programas mais utilizados e os execução. Isto pode ser justificada pelo fato de que tanto notebook, netbooks e monitores atualmente vem no formato widescreen possuindo generosa largura em detrimento da altura. Com a barra superior e inferior, este espaço, torna-se ainda mais estreito.

No Unity, os programas em execução aparecem com seus ícones destacados, enquanto no Gnome Shell, aparecem na barra superior. Cabendo salientar que, em ambos os casos, os menus dos programas abertos aparecerão, a priori, na barra superior, sendo que, neste nosso teste, programas como o Firefox, ignoraram esta premissa e exibiram seus menus em sua própria janela.

Outra inovação que podemos observar é na gestão de arquivos e aplicações. No Unity basta clicar no ícone do Ubuntu no canto superior esquerdo, já no Gnome-Shell, clicamos em “Atividades” para que nos seja mostrada a “Dash” que é a interface da gestão de arquivos e aplicações. Em ambos os casos, se clicarmos na tecla “super” (aquela com a “janela” ) surte o mesmo efeito.

Em ambos os casos a transição é suave sendo que o Unity exibe grandes ícones dos grupos como “Web”, “Fotos e Vídeos”, “escritório”, etc e ao fundo a área de trabalho. O Gnome Shell vai além, pois exibe um menu intuitivo, com destaque nos programas em execução ou mais utilizados e a área de trabalho fica ao lado. Certamente ambos rompem com o paradigma de menu tradicional do Gnome.

Continuando com a Dash, vemos que, no lugar dos submenus, teremos os ícones dos programas, no Unity, basta clicar no ícone do grupo (como Web, Escritório, etc) e no Gnome Shell clica-se numa seta logo acima dos ícones dos programas mais utilizados. A interface à esquerda ainda oferece , na parte superior a opção de exibir todos os aplicativos, ou cada um em seu grupo. E ambas apresentam uma “caixa” que permite pesquisar apenas digitando nome do aplicativo ou documento desejado.

Ambos também permitem múltiplas áreas de trabalho o que permite o arrastar de janelas de uma a outra com a visualização de todos os desktops virtuais.

Temos agora um interessante comparativo, onde se exibe o lado direito da tela onde se clica no último botão: No Unity temos apenas as opções de desligamento e alternância como é hoje no gnome.

Já o Gnome-Shell nos oferece mais um recurso de integração que, além de mostrar seu “status” nos casos dos programas de comunicação, temos as opções “informações da conta” que, como o nome diz, traz informações da conta do usuário e “Preferências do Sistema” que permite o gerenciamento do sistema.

Devemos observar o seguinte:

– Os efeitos 3D do compiz não funcionam em ambas as interfaces;

– Ambos estão em desenvolvimento e bem longe do ideal;

– Os ambientes podem ser testados na maioria dos computadores atuais, por mais simples, no entanto são inúmeros os BUGS e travamentos;

– Embora sempre há a opção de se testar e voltar ao Gnome atual, cabe advertir que você pode perder suas personalizações, tendo, então, na melhor das hipóteses de restaurar seu Gnome;

– A instalação do Unity é mais fácil de ser usada em paralelo com a interface atual, bastando, ao informar o usuário, informar a interface que queira usar: Gnome normal, ou Unity;

– Em testes domésticos o Unity foi melhor recebido por crianças e pessoas mais idosas, talvez por causa de seus ícones grandes e sua interface mais intuitiva e direta;

– Por outro lado, para os usuários com experiência em Ubuntu, sentirão mais à vontade com o Gnome Shell;

Por fim, uma coisa é indiscutível quanto aos dois ambientes: ambos estão bem longe do nível de amadurecimento para uso contínuo. No entanto, particularmente com a tendência de popularização de telas sensíveis ao toque o ambiente Unity pode se sair melhor, devido ao tamanho dos ícones e por serem mais simples e diretos que o Gnome Shell o que nos leva a especular que este seria interessantes se fosse portados para tablets.

O mais importante de tudo é que, independente do ambiente, estamos observando um grande salto para o Gnome e a enorme contribuição que a Canonical vem dando no sentido de tornar o Linux mais próximos das pessoas comuns e, por mais polêmicas que sejam suas decisões, quem deve decidir se este ou aquele é melhor é o usuário final, o leito, e não somente aqueles que possuem conhecimento suficiente para personalizar a interface a seu gosto.

Concluímos este post com uma interessante definição da palavra Ubuntu feita pelo Arcebispo Desmond Tutu, ganhador do Premio Nobel da Paz por sua luta contra o Apartheid na Africa do Sul:

“Uma pessoa com ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.”

Até a próxima!

Extraído do site:

http://www.ubuntudicas.com.br/blog/2010/11/comparativo-entre-o-unity-e-o-gnome-shell/

Categorias:Linux, Ubuntu

Algumas diferenças entre Windows e Linux

Windows vs Linux. Uma grande discussão é travada sobre qual Sistema Operacional vai vencer a luta pela supremacia total no coração dos usuários. Antes indiscutivelmente este posto era do Windows, pois, o Linux era um bicho de sete cabeças capaz de ser operado somente por nerds e hackers, mas hoje tudo mudou. O Windows no seu melhor estilo copia o Linux que com milhões de desenvolvedores trabalhando gratuita e exaustivamente consegue avanços cada vez mais notáveis. E você adota qual dos dois? Sabe a diferença entre Windows e Linux? Conheça agora algumas:

Windows é Software Proprietário (o uso é restrito à licença)
Linux é Sofware Livre (você pode compartilhar à vontade)

Windows tem uma opção: Windows
Linux tem mais de Distros ou pacotes de distribuição

Windows é alvo de mais de 100.000 vírus e parasitas virtuais
Linux é praticamente imune à vírus

Windows tem muitos acordos com fabricantes de hardwares, e, portanto, usa drivers binários proprietários que dão bom suporte à multimedia e jogos gráficos 3D
Linux desenvolve seus drivers de forma livre e com código fonte (compiláveis) via engenharia reversa ou com base nas informações que são disponibilizadas por fabricantes que apóiam o software livre, que ainda são em número inferior aos parceiros de código fechado do Windows.

Windows requer hardware topo de linha
Linux funciona desde computadores Pentium-100 até os modernos Quad-Cores ou ainda Clusters de Supercomputadores

Windows é menos usado em servidores e mais usado em desktops
Linux é mais usado em servidores e menos usado em desktops

Windows exige mais reboots e reformatações devido à instalação de novos programas e à instabilidades do sistema e aquelas induzidas por vírus.
Linux foi projetado para não necessitar de reboot (quando instala um programa não precisa reiniciar a máquina) e muito menos reformatações periódicas

Windows tornou-se o padrão na era dos 32 bits
Linux está a caminho de se tornar o padrão na era dos 64 bits

Windows
não dá muita margem ao usuário para que este adquira um profundo conhecimento do sistema, e nem o usuário vai conseguir muita vantagem se tentar fazer isso pois o sistema é fechado.
Linux dá total liberdade ao usuário para que este obtenha total conhecimento do sistema de forma a adequá-lo às suas necessidades específicas, podendo modificá-lo à vontade e ir fundo em suas entranhas para ter certeza de que o sistema o obedece 100%.

Windows é desenvolvido por um número limitado de técnicos, em ambiente privado corporativo, na forma de uma empresa privada tradicional do século 20.
Linux e outros Sistemas Operacionais Open-Source (código aberto) é desenvolvido por um número ilimitado de colaboradores, a chamada comunidade global do software livre, apoiada na internet, onde todo e qualquer problema por mais complexo que possa parecer, acaba se transformando num problema trivial, daí o Linux ter menos Bugs, numa forma de produção colaborativa típica do século 21.

Similaridades:

Ambos possuem interface gráfica intuitiva, que, bem configurada e rodando sobre hardware compatível, fornecem usabilidade equivalente para a grande maioria das atividade de informática atuais.

Ambos não são muito simples de serem instalados e configurados por usuários totalmente leigos, mas, considerando que a instalação é menos de 0,3% do tempo que o usuário vai passar diante da máquina, isto não chega a ser problema…

Fonte: Guia do Hardware

Extraído do site:

http://winxlinux.com/algumas-diferencas-entre-windows-e-linux/

Categorias:Linux, Para pensar, Ubuntu

pirataria de software

O que é pirataria de software?

Os preços altos dos softwares originais alimentam a pirataria,
uma prática considerada crime.

A pirataria de software é uma prática ilícita, caracterizada pela reprodução sem autorização ou uso indevido de programas de computador legalmente protegidos. Ela ocorre também quando alguém faz mais cópias de um programa do que o permitido ou quando, por exemplo, uma pessoa empresta a cópia de um programa para outra.

Ao adquirir um programa, os consumidores estão, realmente, comprando o direito de uso daquele software. Ao aceitar o acordo de licenciamento que acompanha quase toda instalação de software, eles não adquirem os direitos de revenda ou reprodução do programa. O custo real e o valor de cada peça de software recaem não na caixa, embalagem ou no CD-ROM, mas nas linhas de códigos que estão presentes neles, ou seja, no trabalho intelectual desenvolvido para criar milhares de instruções que indicam o que um computador deve fazer.

Os tipos mais comuns de pirataria

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, a pirataria e as irregularidades de licenciamento vão muito além da mera cópia de software. Embora essa possa ser a forma mais comum de pirataria, não é a única. Abaixo você encontrará uma lista de tipos de pirataria e irregularidades dos quais você deve estar ciente para proteger devidamente a sua empresa.

São os tipos de pirataria:

Cópias irregulares

A cópia irregular constitui um tipo de pirataria na qual um indivíduo ou empresa replica indevidamente um software original.

No caso de licenças em volume, isso significa informar um número de instalações de software inferior ao realmente em uso ou instalado.

Embora essas formas comuns de pirataria possam parecer inofensivas, são ilegais e indevidas.

Software pré-instalado no disco rígido

Praticada por Integradores de Computador desonestos, este tipo de pirataria ocorre quando PCs são vendidos com software ilegal pré-instalado. Os revendedores usam uma cópia adquirida legalmente para fazer instalações ilegais em várias máquinas.

Falsificação

A falsificação é a pirataria de software em grande escala, em que o software reproduzido de forma ilegal, frequentemente por facções do crime organizado, é depois redistribuído na forma de uma imitação do produto original. Esteja atento para preços que parecem “bons demais para ser verdade”, embalagens com aparência suspeita e software dos quais estejam faltando discos ou documentação.

Canais ilegais de distribuição

Esteja atento para softwares cuja embalagem ou contrato de licença indiquem “Preço Acadêmico”, “Revenda Proibida”, “Revenda Proibida no Varejo” ou ainda “Apenas para distribuição em OEM”. Estas licenças só estão regulares se os seus proprietários forem qualificados para sua finalidade.

Pirataria na Internet

A pirataria na Internet ocorre quando a rede mundial de computadores é utilizada para copiar ou distribuir softwares falsificados ou sem autorização. Pode ocorrer da Internet ser utilizada para promover, oferecer, adquirir ou distribuir software pirata. O software é um dos produtos líderes na distribuição on-line, e de acordo com um estudo publicado pela Internacional Data Corp., o mercado mundial para as vendas de software eletrônicas atingiu U$ 3.5 bilhões em 1999.

Durante os últimos anos, as vendas de software falsificado por negócios na Internet e sites de leilão multiplicaram e se tornaram um problema desafiador para consumidores, negócios legítimos na rede e para toda a indústria de software. É estimada a existência de milhões de sites na Internet (incluindo os de leilões) vendendo software ilegal e passando-os como produtos genuínos.

Comprando na Internet com segurança

As campanhas educativas e as de alerta são as melhores defesas para proteger possíveis vítimas de softwares falsificados. Para se proteger, cuidar de seus dados e de suas carteiras, os consumidores devem exercitar sua atenção ao adquirir software pela rede e se familiarizar com os sinais de produtos piratas, evitando, por consequência, a proliferação de negócios na Internet e sites de leilão que vendam tais programas.

Os avisos fazem uma diferença enorme para auxiliar na proteção em compras on-line. Seguem algumas dicas para ajudar consumidores a comprar com inteligência e segurança:

  • Fique atento que nem todo mundo é honesto como você. A falsificação de software está muito presente nos negócios espalhados pela Internet, como nos sites de leilões.
  • Consiga os endereços e telefones completos das empresas com que for negociar. Evite fazer negócio com empresas ou indivíduos que não forneçam identidades, nomes completos, endereços ou telefones que possam ser indicados após a transação ser completada.
  • Sempre pergunte por detalhes completos como as políticas de entrega, serviços e garantias. Evite comprar de distribuidores online que não forneçam as descrições dessas políticas de forma completa e satisfatória.
  • Mantenha registros. Imprima a página com a ordem de compra, assim como de qualquer e-mail de confirmação, mantendo-os até a chegada do produto em perfeitas condições.
  • Cheque os preços dos produtos para reduzir as chances de adquirir softwares ilegais. Se os preços parecerem bons demais para ser verdade, provavelmente não estaremos tratando de produtos legais. Como um fiscal, confira diferentes ofertas e compare ao preço sugerido pelo produtor ou ao preço de varejo. Tudo bem se o preço for menor, mas fique atento se for muito menor.
  • Fique atento aos revendedores na Web que oferecerem explicações inusitadas para seus estoques, como ofertas especiais conseguidas com os produtores ou liquidações extremamente atraentes. Os falsificadores sempre se utilizam desse tipo de desculpas para enganar os consumidores, fazendo-os acreditar que eles estão adquirindo produtos originais que “precisam” ser vendidos.
  • Reveja e entenda os produtos. É fácil ser levado por softwares que não são bem apresentados na Internet. Distinguir falsificações e softwares ilegais na rede é extremamente difícil porque não é possível apreciar o produto ou o vendedor. Tire um tempo para procurar opiniões e falar com colegas, família e amigos, não apenas sobre os produtos que pretende adquirir, mas também sobre as pessoas que estão vendendo.
  • Em caso de dúvida, entre em contato com o produtor do software. O produtor poderá fornecer detalhes sobre o que deve ser recebido como parte da aquisição e dará indicações sobre os preços possíveis.

Por que comprar programas originais?

Pirataria está relacionada ao crime organizado

O camelô que vende o CD pirata nas ruas é apenas o intermediário do comércio ilegal onde poucos realmente lucram e que rende milhões ao crime. O dinheiro das vendas de software e de outros produtos pirateados muitas vezes financia a compra de armamentos e suprimentos aos narcotraficantes, sequestradores e outros criminosos que estão por detrás da pirataria.

Pirataria gera desemprego

O comércio ambulante de produtos piratas e as revendas que já vendem o computador com a cópia irregular do software impedem que novas empresas produtoras de software sejam criadas, que novas empresas estrangeiras venham para o Brasil ou que o que já estão aumentem os seus investimentos em nosso país, desestimula a pesquisa por novos produtos, impede o aumento no número de revendas legais. Enfim, gera desemprego no mercado formal, que poderia estar contribuindo em muito para o crescimento do país.

Quem vende não dá garantia da qualidade

O software irregular não tem direito a suporte técnico. Se tiver um problema com o programa irregular, você terá que se virar sozinho.

Problemas de compatibilidade de software

O software pirata pode provocar incompatibilidade entre programas que normalmente funcionariam juntos sem conflitos.

Vírus podem danificar computadores e redes

Os programas de software piratas podem conter vírus que causem danos aos computadores e a toda a rede. Os vírus podem causar, e com frequência causam, perda irrecuperável de dados, o que no mínimo pode ser uma enorme “dor de cabeça” para o usuário doméstico e fatal para uma empresa.

Custos legais e multas

O uso irregular das licenças de software pode resultar em penalidades financeiras e custos processuais para quem as utiliza. Além disso, quem for flagrado utilizando software pirata pode ser responsabilizado civil e criminalmente, pela violação dos direitos autorais (copyright). No Brasil, a Lei 9609/98 (Lei do Software) e a Lei 9610/98 prevêem duras multas indenizatórias que chegam a 3.000 vezes o valor da licença original.

Fonte

Barbeiros não Existem???

07/01/2011 1 comentário

“Um homem foi ao barbeiro, e enquanto tinha seus cabelos cortados falava de Jesus e do Grande Amor de Deus.

O barbeiro incrédulo, não aguentou e falou:

_Deixa disso, meu amigo, DEUS NÃO EXISTE!

_Por quê? Perguntou o cliente.

_Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome! OLHE EM VOLTA E VEJA QUANTA TRISTEZA. É só andar pelas ruas e comprovar!

_Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?

_Sim, claro!

O freguês após pagar o corte e ao sair à rua,… logo avistou um maltrapilho todo sujo, com longos cabelos, barba desgrenhada e sujas, abaixo do queixo e no pescoço. NÃO AGUENTOU, DEU MEIA VOLTA E INTERPELOU O BARBEIRO ATEU:

_Sabe, eu fiz o que você sugeriu: ao sair as ruas descobri que BARBEIROS NÃO EXISTEM,… NÃO ACREDITO EM BARBEIROS.

_Como?!

_Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas e maltratadas.

(O barbeiro retrucou:)

_Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, bastaria vir até mim.

_Então, agora você entende, que quando Jesus diz: “Vinde a mim, todos os que estão cansados e oprimidos (pelas cargas desta vida, pelas culpas e medo), e eu vos aliviarei. (Mateus 11:28) É uma prova do Grande Amor de Deus querendo resgatar o homem da morte Eterna? Portanto Deus Existe sim e se importa com todos nós…”

(Autor Desconhecido)

Agora a assista este vídeo e procure entender a lógica de Albert Einstein:

http://www.youtube.com/watch?v=VqgcrJs5cPE

PARA QUEM NÃO CONSIGA VER O VÍDEO:

Um velho e experiente professor ensina uma nova lição para as crianças, afirmando:

_Hoje “vou provar pra vocês que SE DEUS EXISTE ELE É MAL. (E, neste instante faz uma pergunta retórica:) Deus criou tudo que existe? Sim. Se Deus criou TUDO, então Ele criou o MAL, o que significa que Deus é MAL.

Neste instante uma criança pede a palavra e pergunta ao seu mestre:

_Com licença professor, o frio existe?

_Que tipo de pergunta é essa? Claro que ele existe! Você nunca ficou com frio?

O garotinho rebate prontamente, dizendo:

_Na verdade o frio não existe. De acordo com as leis da Física, o que nós consideramos frio é na realidade ausência de calor.

Professor a escuridão existe?

_Claro que existe. (Responde o velho mestre.)

_Você está errado Senhor, a escuridão também não existe. A escuridão é na realidade ausência de luz. A luz nós podemos estudar, mas não a escuridão. O mal não existe. É a mesma coisa da escuridão e do frio,… Deus não criou o mal. O mal é o resultado do que acontece quando o homem não tem o amor de Deus presente em seu coração.” (Albert Einstein (1879-1955)

O professor abaixou a cabeça e teve que se calar diante de provas tão incontestáveis, vindas de um de seus pequenos alunos. Glória a Deus!

***

Deus já fez tudo para resgatar o pecador perdido neste mundo enganador, basta aceitar o valioso convite de Jesus.

Este vídeo, vale a pena ver:

http://www.youtube.com/watch?v=pAMVJ9Vq4vY&feature=PlayList&p=A207D27C997AEDFD&playnext_from=PL&playnext=1&index=17

HÁ UMA VIDA MELHOR PARA SE VIVER!

(Barbeiros Existem.)

Agora, veja como escapar do Juízo Final, dê um clique aqui:

http://oslimpatrilhos.wordpress.com/como-escapar-do-juizo-final/

Que Deus abençoe a todos nós, com Vitórias Eternas.

Os Limpa Trilhos do Rei.

Fonte